29 janeiro 2011

Não sabe comentar em meu blog?

Caros leitores, essa é uma postagem extraordinária que tem apenas um objetivo: ensinar a deixar comentários aqui no blog. Algumas pessoas me informaram que não estavam conseguindo comentar então vou dar uma ajuda.

Isso é para os leigos:

  • Após ler, vá ao final da postagem e clique em comentários.


  • Deixe seu recado no campo destinado a isso.
  • Em seguida, no campo "selecionar perfil", escolha o que mais se adequa ao seu caso. Digamos que você não tenha uma conta do Google e nem um blog, então o indicado é selecionar a opção "Nome/URL" - conforme demonstra a figura:


  • Daí, basta digitar seu nome. Não tem problema deixar o campo URL em branco:

  • Feito isso, você ainda tem a opção de editar alguma coisa. Caso esteja tudo ok, basta clicar em "Postar comentário"


  • Logo vai aparecer a confirmação de que seu comentário foi publicado. No formulário do meu blog não tem o sistema de verificação de palavras, então a publicação é automática. Para quem fez o comentário através de conta de e-mail, é interessante clicar na opção "Inscrever-se por e-mail".  
  • Daí a pessoa passará a receber em seu e-mail os comentários daquela postagem e prováveis respostas que eu venha a dar através desse recurso (que é perfeitamente reversível - basta olhar na figura o link "Cancelar inscrição")
  • Tudo feito, confira no blog seu comentário, com a data e a hora da publicação:


Então, agora vou correndo apagar esse comentário do Fulano! Hehe. Foi só pra ilustrar. Acredito que tenha ficado bem clara a explicação, mas caso ainda surjam dúvidas, me escrevam que eu terei o maior prazer em ajudar! 

Se aprenderam direitinho, coloquem em prática! =P

Até!

26 janeiro 2011

Pergunta do dia


Amados leitores,
Estou fazendo uma pesquisa: O que vocês sabem sobre a Transição Planetária?

Peço que me respondam nos comentários.

Grata! =)

19 janeiro 2011

Não desista


Só se perde no Labirinto da Vida aquele que não se guia pela Luz.

Olá, estimados amigos e leitores!

Hoje irei falar sobre a desistência, assunto que já iniciei na postagem anterior e agora irei aprofundar. 

Desistir significa não querer continuar. É um verbo que carrega consigo o peso de ser o antônimo de prosseguir. É um ato que pode demonstrar desde fraqueza até comodismo. Quero me ater ao sentido íntimo dessa palavra: parar de tentar.

Comentei com vocês que quase desisti de tudo e abri mão de efetuar mudanças drásticas em meu ser porque meu orgulho era maior que minha razão. Mas quais são as principais motivações que levam o indivíduo à renúncia de um caminho que foi escolhido por ele em outro momento?

Desde que comecei a fazer meus depoimentos aqui no blog, algumas pessoas se manifestaram, me escreveram e-mails e pediram ajuda.  No entanto, desde o princípio eu relatei a importância da reforma interior. Não basta pedir a cura e esperar que a saúde caia do céu. É mais do que essencial que façamos nossa parte. E a nossa parte, qual é? Mudar. 

A princípio, é natural que as pessoas aceitem com facilidade todas as mudanças que terão de fazer. Dizem que estão dispostas a efetuar a reforma íntima, deixando para trás velhos hábitos e atitudes. Mas quando essa transformação começa a tomar forma, o sapato aperta. 

Deixar de fazer aquilo que tanto gostava, ter disciplina, organizar horários, reservar um tempo para leituras importantes, usar a razão e deixar a emoção de lado... Não é fácil. 

Fácil mesmo é fincar raízes na zona de conforto. O problema é quando a zona de conforto começa a afundar, e aí temos duas alternativas: ou mudamos ou afundamos, junto com todas as velharias que pensávamos salvaguardar.   

Pare por um segundo e reflita. O que você tem feito para evoluir?

As pessoas que se dispuseram a mudar acabaram se distanciando ou desistindo. Algumas não quiseram encarar as verdades (porque muitas vezes a verdade dói), outras, por sua vez, preferiram dar prioridade a outros assuntos. E sempre vão surgir mil e uma desculpas para tentar justificar essa atitude. Mas o fato é que nem sempre poderemos adiar o momento da grande mudança. Achamos, erroneamente, que tudo está sob nosso controle. Porém, existe algo muito maior agindo sobre nós. E quando a correnteza vier, ela vai arrastar todos aqueles que não estiverem firmes. 

E então, você está pronto para encarar os tornados e as tsunamis que estão por vir? Ou ainda pensa que sua zona de conforto é confiável? 

Honestamente, falo por mim, não vale a pena se apegar a bobagens que nada mais são do que perda de tempo. Se eu pudesse contabilizar quantas horas da minha vida eu gastei jogando video-game, vocês ficariam espantados. E quantas vezes eu ignorei minha voz interior, que sempre me alertava para não fazer isso ou aquilo, e mesmo assim eu fazia, para depois vir o arrependimento. Por que será que gostamos tanto de desprezar nossa consciência? Isso nos deixa mal e mesmo assim continuamos fazendo tudo errado.

Essa voz interior não está ali por acaso. Se ela existe, é por algum motivo muito especial. Não devemos pensar que somos nós os antiquados, os caretas, porque deixamos de fazer coisas que todo mundo faz. Seguir a maioria quase sempre é sinal de fraqueza, e não o contrário. 

Se a multidão grita para que Jesus seja crucificado, você vai fazer o mesmo?

Você renuncia à sua evolução em troca de quê? 

Será que teremos que sofrer com uma doença terminal para realmente pensarmos na mudança? 

"Os problemas existem para que possamos aprender com eles, em vez de nos posicionarmos como vítimas."*

Finalizo essa postagem com mais essa pergunta:

O que é mais importante do que ser uma pessoa de bem, com paz no coração e a certeza de estar num caminho de Luz?
__________

*Autor desconhecido (se você tiver conhecimento da autoria dessa frase, me comunique.)

09 janeiro 2011

Pedras na estrada


Olá meus queridos!

Com a primeira postagem de 2011 quero tornar público meu sentimento de gratidão e alegria. Passei as duas últimas viradas de ano com um câncer me corroendo e, dessa vez, pude ouvir os fogos de artifício e sentir que tinha algo realmente grande a comemorar. 

Desde quando comecei a fazer uma análise do meu comportamento e me dispus a mudar, abrir mão de antigas manias, alterar hábitos e formas de pensar, não tardou aos resultados começarem a aparecer. Eu me dediquei inteiramente ao tratamento de cura espiritual, e embora muitas vezes me distraísse com bobagens e ainda sentisse falta de outras coisas que antes me satisfaziam, eu mantive o foco. Em maio, numa consulta médica, meu oncologista afirmou que os tumores haviam estacionado. Isso já foi uma vitória, haja visto que antes os tumores continuavam crescendo mesmo com a quimioterapia.

Eu sentia em meu íntimo que estava no caminho certo. Aquelas mudanças pelas quais eu estava passando eram mais do que necessárias. Na verdade, acredito que quase todo mundo deve sentir esse desejo profundo de mudar. Sempre tem alguma coisa que fazemos mas sabemos que não devemos. Dizemos a nós mesmos: "preciso parar de fazer isso" ou "não me sinto bem quando ajo assim."
No entanto, depois que passa a culpa, lá estamos nós, pisando na lama novamente. Por quê? Porque mudar não é nada fácil.

Como prometi, vou contar as dificuldades que enfrentei na minha primeira viagem à Santa Catarina. 

Primeiro foi a descoberta do quanto eu era dependente. Não conseguia pensar por mim mesma, sentia falta da minha mãe e da minha irmã para tomar qualquer decisão. Depois, fui percebendo que era muito rebelde, desobediente, e nem me dava conta disso - o que era pior. 

Nunca achei que eu fosse rebelde, muito pelo contrário. Me considerava uma garota tranquila, até que minhas atitudes me desmentiram. Eu questionava tudo que me diziam, batia de frente com as opiniões contrárias às minhas. De algum modo, me sentia cheia de razão, dona da verdade. Foi uma surpresa perceber o quanto eu era mimada. 

Comecei a fazer uma revisão dos motivos que me levavam a agir de modo tão imaturo. O mais difícil foi vencer o orgulho. Até hoje ainda preciso me vigiar para não cair nos velhos erros. 

Acabar com o orgulho é uma tarefa tão difícil quanto retirar a carne da boca do leão. Só o leão pode fazer isso. O que equivale a dizer que só nós podemos modificar a nós mesmos. Ninguém mais.

Quando fui vendo que eu não sabia nada, que tinha que me esforçar muito mais para me manter no caminho, pensei em desistir. Sim, meus caros, esse pensamento passou pela minha cabeça. 

Mas daí veio o medo de voltar a ficar doente e tive que ser racional. Depois, fui relembrando todo o meu passado e cheguei à conclusão de que era burrice me apegar a ele. Eu estava sofrendo o drama, puro e simples, do ego ferido. 

Então eu precisei tomar uma grande decisão: arrumar minhas malas e retomar minha antiga vida ou vencer o orgulho e me manter na trilha, trilha essa que me estava trazendo a cura.

Deixei a emoção de lado e fui conversar com a Dirce e o Roberto (o casal que me acolheu). Pedi desculpas por estar sendo tão imatura e confessei minhas fraquezas. Foi muito difícil pronunciar cada palavra. Meus olhos estavam inundados, e eu mal conseguia encará-los. 

Mas depois que eu terminei, veio a leveza em minha alma. Me senti liberta daquelas correntes que eu mesma coloquei.

Foi um passo enorme pra mim. 

A todos que me leem deixo o convite para a reforma interior.
Quem quiser ajuda, deixe um comentário aqui no blog com um contato para eu retornar ou mande um e-mail (mara.metal @ gmail . com - quando me escrever, elimine o espaçamento. Tive de colocar assim para evitar spam).

Vamos fazer de 2011 um ano de muitas conquistas e crescimento espiritual.

Grande abraço e até a próxima!