26 março 2013

E se eu mudar de ideia?


Fazemos planos, imaginamos o futuro, sonhamos. Tudo parece tão perfeito daquela maneira que nenhum acontecimento externo poderia nos fazer mudar de opinião. E é aí que, muitas vezes sem perceber, mudamos. 

Então criamos novos planos, imaginamos outra configuração do futuro, e nossas atitudes precisam ser diferentes para realizar essa nova ideia. 

Eu adoro a concepção da metamorfose ambulante, que se encaixa tão bem comigo. Eu disse que bastaria meu cabelo crescer mais um pouco para pintá-lo de azul ou roxo. Mas agora que meu cabelo cresceu, já não quero mais. E esse é só um exemplo dentre tantos outros que eu poderia citar.

Já refiz meus projetos uma dezena de vezes, e sempre parecem estar melhores a cada reformulação. Quando eu não sinto que estão ideais, algo dentro de mim já sabe que o prazo de validade será mais curto. 

Agora eu estou com um projeto ousado, tão ousado que a ficha do quanto é difícil ainda nem caiu. Mas não gosto de falar sobre ele, porque podem me dizer que é impossível. Não que a opinião alheia me influencie ao ponto de me fazer desistir, mas certamente me incomoda. E daquilo que me faz mal eu quero é distância!

Se não disserem que é impossível, podem dizer que é perigoso. Ou que não combina com meu perfil. Muitos, com certeza, falariam que é difícil demais. E disso eu já sei, não preciso que me lembrem.

Portanto, meus caros, guardem seus sonhos dos maus ouvintes. E cuidado com aqueles que ouvem calados, às vezes são os piores, pois nunca sabemos o que estão pensando. A inveja não se anuncia, ela chega sorrateira e pode destruir até o que ainda não conquistamos. 

Acredite em seu potencial, você é capaz de realizar o que quiser. Não se vincule à opinião de ninguém para acreditar que você pode. E se os planos mudarem, não há problema algum. Siga em busca de realizar, seja qual for seu caminho. Nessas horas vale lembrar das palavras de Paulo Freire:

"É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal maneira que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática."

9 comentários:

Thiago N. Raulino disse...

Oi Mara!!!

Eu não sei o que você almeja. Muito menos sei o quanto essa coisa é difícil. Mas, se tem uma coisa que essa pessoa relapsa pode te dizer, essa coisa é: peque o mundo com as tuas mãos, garota, ele é seu!!! Só você pode estabelecer os seus limites!!!

Ah!!! Em breve eu mando um e-mail contando algumas novidades da minha vida. Eu sei que estou devendo!!! ^^

Abraço!!!

.Jøãø Mårcøs disse...

Palavras interessantes ! E realmente , opiniões alheias em 99 % das vezes não servem para nada ...
E respondendo teu comentário lá no PN , minha mãe vendeu em um sebo as Hq's e no meu quarto não cabe nem prateleira mais !
Desculpa responder por aqui, mas valeu, curti teu blog! (:

.Jøãø Mårcøs disse...

Palavras interessantes ! E realmente , opiniões alheias em 99 % das vezes não servem para nada ...
E respondendo teu comentário lá no PN , minha mãe vendeu em um sebo as Hq's e no meu quarto não cabe nem prateleira mais !
Desculpa responder por aqui, mas valeu, curti teu blog! (:

Maraysa Carvalho disse...

Obrigada pelo comentário e pela resposta, João. Até imaginei que não haveria mais espaço no seu quarto, mas não me custou dar essa ideia das prateleiras suspensas.. hahaha. Nem sei se vc vai ler isso aqui, mas queria fazer uma pergunta: você já conseguiu ler tudo o que comprou?

Maraysa Carvalho disse...

Ei, Thiago, vc está mesmo devendo um e-mail. Vou ficar aguardando, heim?! =P

Espíritos Amigos disse...

Se teu desejo é compatível com as leis de Deus,se te da paz no coração, luta por eles. Lutaste pela vida e venceste, tudo o restante é questão de iniciar.
Te amamos e temos orgulho de você.

Bruno disse...

Ideias servem pra uma coisa: mudar. E quando a mudança que elas propõem já não têm mais energia/momentum pra acontecer, nada mais justo que deixá-las para trás e correr atrás de novas ideias!

Boa sorte na tua empreitada, Mariquita!!

Saudades de tu, tatu!

=***

Ivu disse...

É, essa é uma valiosa lição já aprendida: guardar os planos ousados dos maus e limitados ouvintes. Na verdade, sempre pratiquei, porém, em alguns momentos, é inevitável expô-los, não sem consequências nefastas, que servem de insalubres exercícios mnemônicos. Por outro lado, eu sou um que ouve calado. Se me dizem: "vou à China a nado!", eu dou aval! Mesmo tendo certeza de que o fracasso é inevitável, detesto a ideia de tomar de assalto a tarefa de juiz do próprio destino. No máximo, um "isso vai dar m., mas vá com fé".

Aline Moura disse...

Como essas suas palavras casaram tão bem com o meu estado de espírito atual. É engraçada a coincidência de voltar aqui, depois de tanto tempo, e ver sua mensagem, como se soubesse que encontraria algo para o que venho pensando ultimamente...